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O Pará segue sendo tratado como propriedade de famílias poderosas, grupos econômicos e políticos que utilizam o poder para manter privilégios, controlar instituições e perpetuar desigualdades. Enquanto isso, o povo trabalhador enfrenta o aumento do custo de vida, o abandono dos serviços públicos, a violência, o desemprego e a destruição da Amazônia.

A ausência de Vivi Reis na Câmara Federal fez falta ao Pará. Mas, mesmo sem mandato federal, Vivi seguiu presente nas principais lutas do povo paraense, na contramão de uma bancada federal bolsonarista e interessada nos acordos de gabinete. Enquanto parte da esquerda paraense silenciou ou recuou diante de temas decisivos, como na votação da PEC da Blindagem, Vivi esteve ao lado das mobilizações populares, apoiando as ocupações da SEDUC em Belém, a luta contra a Cargill em Santarém, a ocupação da Funai em Altamira, a defesa do fim da escala 6x1, a luta contra o feminicídio e os atos por Mulheres Vivas, e tantas outras batalhas importantes dos últimos anos. 

Durante o mandato de Deputada Federal, Vivi se consolidou como uma das novas lideranças da esquerda brasileira, conectada às lutas populares, à defesa da Amazônia e dos direitos humanos. Foi relatora do caso Bruno Pereira e Dom Phillips, enfrentou o bolsonarismo dentro da Câmara e recebeu o prêmio de melhor deputada federal do Pará por dois anos consecutivos.

Vivi foi a deputada federal que mais destinou recursos para as universidades públicas paraenses em toda a história, garantindo quase R$40 milhões em investimentos para fortalecer a educação superior pública no estado. Mais de 60 municípios paraenses foram beneficiados com emendas parlamentares enviadas pelo mandato, levando investimentos para saúde, educação, assistência social, cultura e infraestrutura.

Como deputada Vivi aprovou o projeto que obriga a criação de Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher em municípios com mais de 60 mil habitantes; o projeto que determina que militares acusados de crimes sexuais sejam processados e julgados pela Justiça comum; e o projeto de revogação da Lei da Alienação Parental, historicamente utilizada para promover violência vicária contra mulheres, usando crianças e familiares como instrumentos de perseguição e agressão psicológica.

Agora como Vereadora de Belém, Vivi segue demonstrando compromisso com os grandes debates do Pará, do Brasil e do mundo. Seu mandato tem denunciado os impactos sociais e ambientais das obras da COP 30. Durante o evento em Belém, Vivi esteve ao lado dos povos da Amazônia, cobrando uma participação efetiva nas discussões climáticas. Na Câmara Municipal, Vivi também atua na defesa dos servidores públicos municipais, como na luta contra o Pacote de Maldades de Igor Normando, que ataca os direitos dos trabalhadores municipais, aprovado em uma sessão que durou 22 horas de muita obstrução e resistência da bancada do PSOL. Como presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e integrante da Bancada do Clima, Vivi tem mostrado que não existe justiça climática sem justiça social, denunciando uma cidade maquiada para os grandes eventos enquanto a maioria da população segue convivendo com alagamentos, falta de saneamento e abandono histórico das periferias.

Mulher negra, LGBTQIA+, trabalhadora da saúde, nascida e criada na baixada da Pedreira, em Belém, filha de uma empregada doméstica e de um trabalhador autônomo, Vivi nunca esteve ao lado dos privilégios. Sua trajetória política nasceu nos movimentos sociais, no movimento estudantil, nos cursinhos populares e nas lutas do povo amazônida. Sua presença em Brasília incomodou exatamente porque mostrou que os espaços de poder também podem ser ocupados por quem vem de baixo, por quem conhece a vida real da maioria da população. Mas diante de um sistema político dominado pelas oligarquias, pela corrupção, pelo orçamento secreto e por máquinas poderosas, Vivi não conseguiu se reeleger em 2022.

Em 2026, precisamos enfrentar o projeto comandado pela família Barbalho e as falsas alternativas disfarçadas de novidade, vinculadas ao bolsonarismo, encabeçado por Daniel Santos. Não existe mudança real sem romper com essa lógica política construída para beneficiar poucos enquanto a maioria segue sem direitos e sem oportunidades. Por isso, nós do PSOL estamos juntos com a companheira Araceli Lemos na disputa para o governo do estado.

O povo do Pará merece voltar a ter uma voz firme, popular e de esquerda na Câmara Federal. Uma deputada que não negocie princípios, que não se esconda diante das disputas políticas e que tenha lado: o lado de quem trabalha, resiste e luta. O Pará precisa de Vivi Reis na Câmara Federal para fortalecer as lutas populares, enfrentar a extrema direita e romper o silêncio imposto pelos grupos que dominam o estado há décadas.